PSICOLOGIA JURÍDICA MOD 4

Exercício 1: O termo “normalidade” significa encontrar-se dentro das normas. No Código
Penal brasileiro, o doente mental foge da normalidade e, consequentemente
A)É imputável
B)É inimputável
C)É responsável pelos seus atos
D)É retardado mental
E)É responsável pelo desenvolvimento legal dos seus atos.

Exercício 2: Sigmund Freud chama de “neurose de angústia” muitos quadros de doenças mentais que têm como sintoma uma fobia. A neurose de angústia
A)Manifesta-se preferencialmente na idade avançada
B)Manifesta-se sobre tudo na gravidez
C)Manifesta-se preferencialmente na adolescência
D)Manifesta-se preferencialmente na idade adulta entre 30 e 40 anos
E)Manifesta-se na formação dos laços afetivos

Exercício 3: Algumas vezes, a Justiça solta da prisão sujeitos extremamente perigosos. Por que os psicopatas enganam até peritos experientes?
A)Psicopatas agem fora da lei somente na clandestinidade
B)Psicopatas são como perversos: sentem satisfação em passar por cima da lei
C)Psicopatas são aparentemente “normais” e comportados. Quando menos se espera, atacam suas vítimas.
D)Psicopatas são pessoas que passam dos limites, porque perdem facilmente o
controle.
E)Psicopatas envolvem seus familiares nas suas ações

Exercício 4: A legislação brasileira usa o termo “doença mental”, por exemplo, no art. 26 do Código Penal, para estabelecer a inimputabilidade penal. Podemos deduzir do uso do termo “doença mental” que a legislação acompanha a visão da medicina e de algumas teorias do campo do saber da psicologia que diferenciam a doença mental da normalidade. Isso faz sentido, pois, o direito tradicionalmente trata da norma. Dependendo da abordagem que se adota a respeito da psique pode se dizer que a doença mental é uma:
A)Uma confusão de sentimentos afetivos
B)Uma transposição emocional latente
C)Uma desorganização do mundo interior
D)Uma reorganização do mundo exterior
E)Uma desorganização extra psíquica.

Exercício 5:Vale mencionar a estrutura psíquica que Sigmund Freud chama de perversão. Não necessariamente, a perversão se confunde com o que na psiquiatria se chama psicopatia. Para Freud, perverso é quem busca satisfação sexual além dos limites da maneira “normal” de encontrar prazer. Como a própria psicanálise
reconhece que não há um padrão de satisfação sexual, perverso é, em termos
gerais, um sujeito que não se curva diante dos limites da civilização e vai buscar a
satisfação “exatamente onde as leis e o discurso comum indicam que a satisfação
está proibida”. Diante desse conceito de perversão, podemos constatar que:
A)Os perversos são seletivos
B)Os perversos são muitos
C)Os perversos se escondem
D)Os perversos obedecem aos limites
E)Os perversos não buscam o prazer

Exercício 6: A neurose de angústia, cujo traço principal é a fobia causada por objetos, tem sua origem no mesmo fato que é causa das histerias histérica e obsessiva, ou seja, o desejo sexual infantil recalcado. No fundo, o que causa a neurose de angústia, é medo de castração, medo da sexualidade que pode, frequentemente, manifestarse:
A)Na fase maníaca depressiva
B)Na infância reprimida
C)Na maturidade frustrada
D)Na adolescência
E)Na velhice.
O aluno respondeu

Exercício 7: Com relação ao termo “doença mental”, a legislação acompanha a visão da medicina e de algumas teorias do campo do saber da psicologia que diferenciam a doença mental da normalidade.
A)Uma desorganização do mundo interior
B)Uma desordem social
C)Uma patologia
D)Um quadro clínico sem possibilidade de tratamento
E)Um complexo sintoma a ser medicado

Exercício 8: Para a área do Direito, quando falamos em normalidade e anormalidade, estamos tratando predominantemente:
A) Da legislação
B) Da doença
C) Da norma
D)Do comportamento humano
E)Da sociedade

Exercício 9: Se uma pessoa vier a praticar um crime, um psicólogo ou psiquiatra será chamado pela Justiça para avaliar se no momento do crime essa pessoa:
A)Tinha total intencionalidade sobre sua conduta
B)Tinha ou não conhecimento sobre as leis
C) Tinha conhecimento sobre as causas de seu comportamento
D) Tinha ausência de conhecimento sobre as consequências de suas atitudes.
E) Tinha ou não discernimento suficiente para entender o caráter ilícito de sua conduta

FONTE: UNIP



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